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2/3 dos Trabalhadores estão estressados???


estresse Quando eu digo que estresse virou moda, tem gente que fala que é exagero, olha só o resultado da pesquisa da União Geral dos Trabalhadores:

Madri, 5 de Junho de 2008 – Três em cada quatro trabalhadores (73%) sofrem de estresse no ambiente de trabalho. Três quartos deles também têm problemas de saúde por conta dessa situação. As doenças mais comuns são fadiga, dor de pescoço e cabeça, irritabilidade, sensação de angústia, insônia, falta de concentração e dificuldades de visão.

As conclusões são de um estudo do Observatório de Riscos Psicossociais da UGT, que analisa mais de 4 mil postos de trabalho em diferentes áreas, como hotelaria, têxtil, educacional, atendimento primário e especializado, cerâmica e indústria frigorífica, entre outras.

As situações desse estresse laboral, muito comuns entre a população ativa, podem dever-se a vários fatores, entre os quais a falta de autonomia, a insegurança com respeito às condições de trabalho e ao futuro e a indefinição sobre as tarefas a serem desenvolvidas.
O informe revela também que sete de cada dez empregados “sentem-se consumidos” por seu trabalho. Esta sensação denomina-se Síndrome do “Burnout” e está diretamente relacionada tanto com esforços físicos (cefaléias, dores musculares, fadiga crônica) e psicológicos (frustração, ansiedade, irritabilidade) quanto com aspectos organizacionais (menor rendimento, faltas no trabalho).

Gritar, criticar a vida privada e ser ameaçado, ignorado ou enviado a lugares isolados são outras condutas das quais padecem alguns trabalhadores em seus trabalho e que podem afetar a sua saúde.
Segundo o estudo, 26% dos trabalhadores sofrem perseguição ao desenvolverem a sua atividade em um ambiente que qualificam como “hostil”. Do total, 2% dos entrevistados dizem-se vítimas permanentes de perseguição moral no trabalho e 15% afirmam que foram vítimas pontuais.
Além disso, 43% dizem ter sofrido abuso por parte de seus superiores e mais da metade das vítimas de perseguição queixam-se de terem recebido tratamento constrangedor aos gritos. Esse tipo de conduta pode levar os empregados a sofrer de depressão e conduzir, portanto, a uma queda de produtividade e faltas.
Entre os entrevistados que estavam de licença por motivo de depressão, 35% viram-se submetidos a intimidações e ameaças, 32% à perseguição moral, 26% a algum tipo de violência verbal e 23% sofreram agressões físicas.
(Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 10)(Expansión)


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