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Guia completo de como escrever um livro

Nos últimos meses, recebi várias mensagens perguntando sobre como escrever um livro, o que é preciso para escrever um livro, dicas de organização e outras dúvidas relacionadas.

Então, esse post é um resumo da minha forma de planejar e escrever. O que não significa ser um “best practice”, mas sim o jeito que encontrei para escrever meus livros, e acredito que pode dar certo para você.

Não importa se você é um iniciante ou profissional, qual o gênero do seu livro – de ficção, autoajuda, negócios ou infantil – e se tem ou não habilidade com a escrita. A produção de um livro é fruto da sua disposição e criatividade.

Se você tem uma história ou uma coisa importante para dizer, conte-a para o mundo! Diferente do que muitos pensam, escrever um livro não é tarefa complicada, mas exige, como eu disse, disposição e disciplina.

A técnica estou aqui para te ensinar hoje. Veja sobre o que você irá aprender com este guia de como escrever um livro:

Sumário

O que é preciso para escrever um livro?

Uma história, criatividade e organização. Qualquer pessoa pode escrever um livro desde que domine os elementos mencionados.

Mas e a gramática? As técnicas dos grandes escritores? Isso pode ser terceirizado ou aprendido, inclusive, ao ler este artigo. Mas eu quero que você fixe que o principal de tudo é ter o que contar.

Para muitos autores, as ideias só vêm. Memórias, viagens, descobertas, observações e invenções, tudo isso pode virar uma envolve história e, consequentemente, um livro.

Porém, quando não se há o que contar, procure! Um dos escritores mais bem sucedidos do mundo, autor de mais de 50 best-sellers, Stephen King, diz que histórias são como coisas encontradas.

“Histórias não são como camisetas ou videogames, são como relíquias, parte de um mundo pré-existente não descoberto. O trabalho do escritor ou da escritora é usar as ferramentas que possuem em sua caixa de ferramentas para retirá-las tão intactas quanto possível. Às vezes o fóssil que você encontra é pequeno; uma concha. Às vezes é enorme, um Tiranossauro Rex com suas costelas gigantes e dentes enormes. De qualquer forma, contos ou romances de mil páginas, a técnica de escavação é a mesma.”

Como tirar sua ideia do papel – https://www.youtube.com/watch?v=JjxvdjoprWI


Passos para realizar seus sonhos – https://www.youtube.com/watch?v=FKtINiwCK_g

Parte I: planejamento e pesquisa

Não há uma fórmula de como começar a escrever um livro. Mas, por via de regra, eles são antecedidos pelos processos de planejamento e pesquisa, ou seja, você precisa rascunhar o seu livro, contemplando, por exemplo, o tema, o enredo e os capítulos.

Confira a seguir como desenvolver um planejamento inicial, o mesmo que utilizei para a Tríade do Tempo e outros.

1. Escolha um tema

Sem dúvidas, essa é a parte mais importante do processo de como escrever um livro. Digo isso porque o mercado está saturado de livros, mas raramente alguém consegue fazer uma coisa muito diferente do que já existe.

O que não significa que se você fizer algo que já existe, não seja bom. Eu ando batendo muito na tecla do que o Michael Porter, referências no campo da gestão de empresas, fala: “você não precisa ser o melhor. Você precisa ser único”.

Eu, por exemplo, nunca quis ser o melhor cara de gestão de tempo, nunca busquei isso. Eu sempre quis ser o único cara que falava de gestão de tempo, o que balizava as teorias em pesquisas estatísticas e dava algum tipo de ferramenta prática.

Hoje eu posso dizer que ninguém tem esse tipo de dado/informação e até alguém conseguir formar esse volume de dados, eu já criei outras coisas.

Brigar por ser o melhor é uma luta que nunca acaba, mas brigar para ser único te força a inovar, buscar coisas diferentes, agregar valor para o leitor.

Então, o seu livro precisa ter um ponto central e a partir dele criar os subitens que vão compor os capítulos e guiar sua linha de trabalho. A pergunta que você precisa responder é: qual a missão que meu livro atenderá para se tornar único?

2. Pesquise tudo sobre esse tema

Depois que você escolheu seu tema, vale dar uma pesquisada no que já existe ou referências sobre isso. Até para você se distanciar dos modelos anteriores.

A pesquisa do tema vai se construindo com o tempo. Eu, particularmente, quando coloco o tema na cabeça eu começo a fazer o seguinte para pesquisar sobre o assunto:

  1. Faço uma pesquisa do assunto no Google e me cadastro em três ou quatro blogs sobre esse assunto ou correlacionados.
  2. Coloco no Google Alerts palavras-chave sobre o temas.
  3. Vou em sites de universidades americanas que realizam pesquisas no tema e envio e-mail para alguns departamentos para ver se tem algo novo.
  4. Aviso a minha equipe sobre o assunto e peço que me enviem qualquer coisa relacionada.
  5. Incluo no Neotriad informações sobre o tema, associando ao projeto do livro.
  6. Quando percebo que tenho um material legal, publico no meu blog – o que já serve de conteúdo para o livro também.

Vale ressaltar que isso é apenas um apoio, pois informação demais pode te paralisar. É preciso saber filtrar o que de fato é importante.

3. Construa um mapa mental

A terceira coisa que eu faço quando começo a escrever um livro, é fazer o seu desdobramento por meio de um mapa mental. Basicamente, construo um diagrama que permite apresentar ideias de forma resumida e visual.

Isso guia meu raciocínio lógico, pois assim eu já sei o começo, meio e o fim do livro. Obviamente, isso não me impede de fazer alterações na sua construção, mas nunca fugi muito do plano inicial.

Existem muitas opções de aplicativos gratuitos para fazer mapa mental. Minha sugestão é que você faça um teste antes de pensar em adquirir a versão paga.

Aqui estão algumas opções:

  • Creately
  • Miro
  • Adobe
  • Mindomo
  • Canva
  • Mind Node
  • MindMeister

Caso queira construir o seu próprio mapa mental por escrito, eu ensino como fazer isso no artigo Mapa mental: o que é, como fazer e para que serve.

4. Escolha um programa para escrever

Uma dúvida recorrente sobre como escrever um livro é: qual melhor programa gratuito para escrever um livro?

Já respondendo, o programa não é o mais importante, mas sim a história que você tem a contar. De qualquer forma, eu entendo que essa é uma dúvida recorrente entre os iniciantes.

Falando sobre a minha experiência com livros, eu costumo utilizar o bom e velho Word. Ele é simples – ao mesmo tempo contempla funções avançadas – permite trabalhar em vários formatos, inclui recursos de edição e revisões, além de permitir imprimir em PDF.

Geralmente quando você compra um computador, ele já vem com o Word e pacote Office. Mas caso não o tenha, é necessário adquirir a sua licença que custa a partir de R$36 mensais.

Google Docs: essa é mais uma excelente opção para escrever livros, pois é muito semelhante ao Word. Para utilizá-lo, basta ter uma conta Google (que é gratuita).

Google Keeper: popularmente conhecido como um gerenciador de tarefas, esse programa também pode ser utilizado para escrever textos longos, escrever comentários e adicionar notas de áudio e fotos. Porém, é mais limitado em questão de formatação.

WriteMonkey: possui uma interface simples, mas bem completa para escrita de documentos, com destaque para funcionalidades de sintaxe automático e organização de arquivos. Porém, é compatível apenas com arquivos TXT.

FocusWriter: como o nome sugere, lhe dá foco para escrever o seu livro, uma vez que permite eliminar distrações sonoras. É simples, mas cumpre bem o seu papel quando o assunto é programa gratuito para escrever um livro.

JotterPad: sua interface é bem simples e fluida, com recursos ideais para escrita e revisão. Porém, suas opções de formatação, como negrito e itálico, funcionam de maneira diferente dos outros programas, o que inicialmente pode ser confuso.

5. Defina objetivos, metas e prazos

Com o mapa mental na mão, o próximo passo consiste em criar um planejamento de forma que eu execute ao longo do meu dia a dia. Você pode, por exemplo, estabelecer uma quantidade de páginas ou horas para se dedicar diariamente à escrita diariamente.

O que funcionou no meus primeiros livros, e ainda funciona muito para mim, é usar o Neotriad. Lá, faço o seguinte planejamento:

  1. Crio um projeto ou uma meta (depende do nível de desafio do livro) e defino as atividades (tarefas) da seguinte forma:
    • Cada capítulo vira uma tarefa com duração de 30 minutos
    • A data de início é sempre na segunda e de término no domingo

2. Em cada capítulo gasto, em média, 4 horas para escrever (incluindo pesquisa, brainstorm, etc). Não necessariamente são horas sequenciais.

Como não aguento escrever horas seguidas e também eu não uso meu horário comercial para isso, pois escrevo a noite, deixo essa tarefa no Neotriad para aparecer a semana toda.

De modo geral, escrevo 30 minutos por dia. Mas há semanas que escrevo 1 hora na sexta, 1 hora no sábado e fecho no domingo. Isso me dá flexibilidade, não prejudica meu planejamento de horas e faz com que eu não atrase o capítulo.

Parte II: produção do conteúdo

A escolha do tema central do livro é muito importante e o passo inicial para começar a escrever um livro. Agora, chegou a hora de executar o seu planejamento e explorar a sua criatividade.

Se eu pudesse te dar um conselho para essa etapa de como escrever um livro é: se conecte! Escrita é conexão, com você e o mundo (seus futuros leitores), é a sua alma falando e expressando o seu melhor.

1. Defina seu estilo de escritor

Pegando o gancho da escrita como conexão. Cada escritor tem o seu próprio estilo, eu gosto de escrever como se estivesse falando para meu leitor na frente dele, de forma bem direta, fácil entendimento e suave.

Eu odeio ler livros em que o autor parece ser um professor de mestrado quando escreve: técnico, monótono e sem emoção.

Na minha opinião, penso que um texto de um livro de gestão ou autoajuda (que parece que não, mas tem muito a ver no estilo) precisa ser composto de um ciclo básico:

  • Apontar o problema
  • Justificar com dados
  • Propor uma solução
  • Mostrar cases de resultados, validando a solução

O ideal é criar um modelo de aplicação super prático que o leitor faça agora e não apenas fique teorizando.

A Tríade do Tempo, por exemplo, é um livro na linha de gestão, tem muitos dados, cases, pesquisas, metodologia, anexos, etc. Já Você Dona do seu Tempo é um livro autoajuda com histórias de mulheres, lições de vida, etc. Mas ambos seguem o mesmo esqueleto.

2. Explore a sua criatividade

Se tem uma coisa que todo escritor teme é o tal do bloqueio criativo, principalmente nos momentos iniciais da escrita de um livro. Ainda não se sabe bem as suas causas, mas é geralmente causado pela falta de inspiração ou criatividade.

A inspiração é tipo como um momento súbito, sublime, a comunhão entre o pensamento e a prática. Mas ela não acontece a todo o tempo, ninguém é inspirado 24h. Saiba disso.

A criatividade, por outro lado, é a capacidade de transformar ou criar métodos e ferramentas para executar tarefas de maneira original. E o melhor, essa pode ser desenvolvida!
Independentemente da sua fase como escritor, se iniciante ou experiente, você pode se tornar alguém mais criativo.

A leitura, em especial, é uma das melhores formas de alimentar a sua criatividade. Essa prática ainda contribui beneficamente no processo de escrever um livro ao ampliar o vocabulário, melhorar o senso crítico e aumentar o foco.

Listo ainda outras formas de melhorar a sua criatividade:

  • Introduza arte no seu cotidiano (filmes e exposições contam)
  • Faça atividades físicas
  • Pratique meditação
  • Registre suas ideias
  • Converse com pessoas de fora do seu círculo
  • Não seja perfeccionista

3. Conclua a primeira versão

Um capítulo concluído, dois, três, quatro…Não importa o quanto insatisfeito você ficou com o que você escreveu, apenas finalize a sua primeira versão do livro sem julgamentos e edições acessórias. A sua meta é chegar ao fim da história.

Muitos escritores mexem tanto no texto na busca da perfeição que não conseguem evoluir. Eu odeio reler algo que escrevi, eu penso muito mais rápido do que escrevo e isso às vezes “come umas palavras”, ficando sem sentido.

Mas se eu ficar parando para revisar, quebra meu ritmo. Então prefiro escrever sequencialmente até chegar o fim e quando surgem ideais os desfechos diferentes, apenas anoto em outro lugar.

As etapas de edição e revisão servem justamente para isso. Então, foco no planejamento e no objetivo que é escrever um livro.

Parte III: edição e revisão

A terceira etapa de como escrever um livro consiste na lapidação do conteúdo. Eu, particularmente, gosto de escrever tudo de vez e enviar para uma segunda pessoa revisar, mas essa não é uma regra geral.

Você pode fazer essa revisão em várias etapas, primeiro você, depois outra pessoa e até uma terceira se achar que faz sentido.

Dicas para revisão

Aconselho se afastar da sua preciosa obra por alguns dias (uns cinco ou seis) antes de iniciar a revisão. Isso é recomendado porque ficamos tão envolvidos com a criação, que dificilmente identificamos problemas.

Passado esse período, a sua revisão deve contemplar os seguintes pontos:

  • Estrutura dos capítulos
  • Adequação à gramática
  • Fluência do texto
  • Coerência da história

Além desses pontos, algumas boas práticas auxiliam na revisão do seu livro:

  • Não descarte o rascunho
  • Revise por capítulos
  • Leia em voz alta
  • Descanse a sua mente após períodos de trabalho contínuo

Você também pode contratar revisores de livros. Existem centenas de profissionais que fazem esse trabalho, para dar um Google para encontrá-los.

No meu caso, eu tenho alguém para revisar cada capítulo concluído. Quem faz esse papel é o Eric, revisor e pesquisador da Triad, que pacientemente lê, crítica, muda e opina em todos os capítulos que escrevo.

Eu mando o Word para ele que me devolve revisado e pronto. Nem vejo nada, a não ser quando tem alguma observação dela que preciso mudar alguma coisa.

Parte IV: publicação e venda

Depois de ter o texto pronto e revisado, começa a verdadeira batalha: achar uma editora que ame tanto o seu texto como você e tope aceite o risco de publicar.

Aqui é importante que você entenda o porquê usei a palavra risco!

Publicar um livro é um risco para a editora. Ela tem de apostar em alguém, pagar todos os custos de revisão, capa, marketing e distribuição e correr o risco do livro encalhar na prateleira

Cada vez mais as editoras estão criando métodos, negociações e contratos para minimizar esse risco. Por isso, se você for um autor de primeira viagem, seu trabalho de convencimento será muito maior.

A escolha da editora

Existem centenas de editoras no mercado, você precisa achar uma editora forte no segmento que você está escrevendo. Se o seu livro é de negócios, procurar uma editora de auto-ajuda pode ser um tiro no pé.

Claro que hoje a maioria das editoras publica muitos estilos, mas ela é sempre mais forte em um ou outro tema e isso faz diferença no posicionamento com o livreiro. Esse é um meio extremamente segmentado.

Mas se não souber quais editoras publicam o seu tema, vá à livraria, veja livros similares ao seu e anote o nome das editoras.

Trago como exemplo abaixo as editoras que hoje tenho livros publicados:

  • Editora Gente: começou com foco em autoajuda, ainda é o carro chefe, mas no último ano com a nova gestão andou fortalecendo o seu posicionamento na área de negócios
  • Editora Agir: é do Grupo da Ediouro (se não me engano um dos maiores país), seu foco atual são os livros de negócios
  • Editora Thomas Nelson: é uma editora Americana com participação do Grupo da Ediouro, publica livros de autoajuda, finanças e negócios
  • Editora Campus: considera premium nos segmentos de gestão, negócios e educacional. Publica os principais nomes americanos e, no geral, são livros caros para um público premium

O custo-benefício das pequenas editoras

Publicar o seu livro por uma editora desconhecida pode ser uma oportunidade, como facilidade de acesso e negociação, mas também pode ser um problema para o seu livro aparecer na livraria.

Te explico:

Existem negociações dos grandes grupos editoriais com as livrarias por espaço, muitas vezes a pequena não tem cacife para bancar isso. Com isso, fica por sua conta e risco fazer do livro um sucesso.

Se não tiver jeito e você estiver com pressa, uma alternativa são as editoras por demanda, que imprimem o livro conforme as pessoas vão comprando ou até uma publicação própria sem editora e você tentar vender diretamente.

Se o seu livro for publicado, tiver repercussão e vender bem aí fica tudo mais fácil para os próximos livros. Hoje em dia eu tenho portas abertas em muitas editoras, posso escolher a mais adequada ao livro que estou escrevendo e negociar as condições.

Busque o tal do editor

Toda editora tem um editor, que é o cara que seleciona quais livros devem ser publicados. Imagine só o dia a dia desse cara: recebe vários e-mails de gente querendo publicar livros e um monte de livros para ler.

Sem contar que ele ainda tem um monte de outras demandas e precisa achar “pedras preciosas” que vão vender milhões na livraria. Em resumo, não é fácil chamar a atenção do editor.

Quando entrar em contato, seja por e-mail ou LinkedIn, seja cordial e crie algo de impacto, algo que vai chamar a atenção do editor com o porquê que seu livro deve ser publicado. Se ficar no senso comum, vai entrar na fila de espera.

Aprenda a negociar com a editora

Quanto se ganha com a publicação de um livro? Quanto custa a publicação de um livro? Esse é o momento que destinei para responder essas perguntas mais técnicas e te auxiliar na negociação.

Vamos lá, sendo bem direto:

Em geral, na primeira negociação com um autor desconhecido, a editora paga, no máximo, 10% sobre o valor de capa do livro. Isso significa que se ele for vendido na livraria por R$ 30,00 você irá ganhar R$3,00 por livro e ainda precisa descontar os impostos.

Quando a editora aprovar seu livro, você receberá um contrato com isso descrito. Quem decide isso é a editora, mas você pode tentar influenciar, bem como o prazo de pagamento.

As editoras pagam, em média, a cada quatro ou seis meses, eles apuram as vendas, diminuem de devoluções, descontam os impostos e depositam na sua conta. Ou seja, no começo você vai receber pela venda dos seus livros 2 ou 3 vezes no ano! E olhe lá!

Outro ponto interessante a observar no contrato são as cláusulas de rescisão, internacionalização, distribuição de conteúdo em seus próprios cursos ou textos e marketing. É sempre bom contar com a ajuda de um advogado.

Estratégias de marketing e vendas para divulgar seu livro

Esse último tópico é um dos mais importantes, afinal, sem marketing um livro raramente sai do lugar! Mas acredito que não tem uma fórmula para fazer isso acontecer.

No meu primeiro livro, por exemplo, o marketing foi praticamente zero, ou seja, coloquei o livro na livraria e esperei pelo resultado.

E também aquela coisa de que apenas bons livros vendem é mentira, há alguns livros que nem são de boa qualidade, mas vendem muito. Acredito que tudo depende do carisma do autor, networking, marketing, imprensa e esforço pessoal.

Prova disso é o livro O Segredo, apesar de não ser um dos meus favoritos, foi sem dúvida um dos maiores best-sellers mundiais dos últimos anos. O nome do livro, a pegada da autora, o layout e o preço fizeram da obra um fenômeno de vendas.

Em suma, vender um livro é um conjunto de fatores. Há várias ações para promover as vendas, tudo depende do quanto você está disposto a investir em tempo e dinheiro.

Trago algumas práticas comuns:

  • Promova um evento de lançamento
  • Compareça em eventos de literatura
  • Crie postagens em redes sociais, como Instagram, Twitter e Facebook
  • Faça sorteios do livro em redes sociais e eventos
  • Escreva um release do livro e envie para imprensa
  • Envie algumas unidades para jornalistas e formadores de opinião
  • Busque parceria com influencers e blogueiros focados em literatura
  • Crie promoções na Amazon, Submarino Livros, Saraiva e Lojas Americanas
  • Tenha um blog/site para falar sobre literatura
  • Crie uma lista de e-mails oferecendo uma prévia do livro

[BÔNUS] Como evitar a procrastinação na hora de escrever um livro

O que pouca gente fala, é que em alguns momentos do processo de escrever o livro, você pode cair na tentação de procrastinar. Por mais empolgado que você esteja na sua história, isso pode acontecer.

Procrastinar faz parte da natureza humana, só deixamos de fazer isso quando morremos. Mas, ainda em vida, você pode se apropriar de algumas estratégias para evitar a procrastinação e garantir a otimização do seu tempo.

Separei 5 dicas para lidar com a procrastinação durante a escrita do seu livro:

  1. Defina seu foco
  2. Busque clareza sobre o que fazer
  3. Crie recompensas para cada meta atingida
  4. Evite interrupções (televisão, redes sociais, etc.)
  5. Aprenda a descansar

Para mais dicas, assista:

Como combater a procrastinação – https://www.youtube.com/watch?v=zd91k59uXX8


5 dicas para ter mais disciplina – https://www.youtube.com/watch?v=Od0ZiLRiQdo

FAQ

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